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Biópsia do couro cabeludo

Biópsia do couro cabeludo

A biópsia do couro cabeludo permite analisar os folículos e a pele ao microscópio quando a avaliação clínica e a tricoscopia não são suficientes para esclarecer a causa da queda ou da alopecia.

Tricologia

Quando olhar de perto ainda não é suficiente

Muitos quadros capilares podem ser identificados durante a consulta e a tricoscopia. Em algumas situações, porém, diferentes alopecias apresentam sinais semelhantes ou existe suspeita de inflamação e perda definitiva dos folículos.

A biópsia retira um pequeno fragmento do couro cabeludo para análise anatomopatológica. O exame pode mostrar alterações nos folículos, inflamação, fibrose e outros elementos importantes para diferenciar as possíveis causas.

A escolha do local da coleta faz parte da investigação. O resultado é interpretado em conjunto com a história clínica, o exame do couro cabeludo e os achados da tricoscopia.

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Quando olhar de perto ainda não é suficiente

Quando a biópsia pode ser indicada

◎

Suspeita de alopecia cicatricial

Quadros em que pode estar ocorrendo inflamação e substituição dos folículos por tecido cicatricial, com risco de perda capilar permanente.

◎

Diagnóstico ainda indefinido

Situações em que a consulta, os exames e a tricoscopia não foram suficientes para diferenciar as possíveis causas da perda capilar.

◎

Sinais de inflamação

Vermelhidão, descamação ao redor dos fios, dor, ardor, coceira ou outras alterações persistentes no couro cabeludo.

Como é realizada a biópsia do couro cabeludo

Um diagnóstico preciso pode mudar toda a condução
Biópsia do couro cabeludo

Um diagnóstico preciso pode mudar toda a condução

Se a queda vem acompanhada de falhas, dor, ardor, descamação ou sinais de inflamação, a consulta dermatológica ajuda a investigar o quadro e avaliar se a biópsia é necessária para esclarecer o diagnóstico.

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